THGO Plus Consultoria em Talentos Humanos & Gestão Organizacional

01 de Dezembro de 2017


Entrevista no programa Agora que São Elas com a apresentadora Kátia Teixeira sobre MMN, Marketing Multi Nível.

https://www.facebook.com/RenyOKuhara.THGOPlus/videos/1568494786522475/



P.S.: Edição especial Scripth Filmes - Parceira THGO Plus

21 de Julho de 2017


A palestra "Estratégia Empreendedora" realizada nborsotte@gmail.coma ACSP - Distrital Oeste também foi divulgada pelo Jornal sem Fronteiras. Matéria realizada por  Betty Silberstein 

http://redesemfronteiras.com.br/noticia_ver.php?id=3347


17 de Maio de 2016 

A THGO Plus está presente no Portal Nippo Brasil na matéria sobre Recursos Humanos e Gestão de Negócios, onde o colunista, profissional de RH, executivo e empresário Katsuo Higuchi, menciona um dos post da Coach, Consultora e Mentora Empresarial Reny Okuhara.

Confira a matéria abaixo:

http://www.nippobrasil.com.br/RH/rh29.php


Conversando de RH

17 de maio de 2016

EMPREGADO ou EMPRESÁRIO, qual é a melhor opção?

Ultimamente, tenho sido consultado com alguma frequência sobre um dilema que vem afligindo muitos profissionais, em atividade ou não, atemorizados pelo clima de incerteza econômica e política que vive o nosso país.

Com a devida licença da amiga Reny Okuhara, aproveito o tema de seu último post - "EMPREGADO ou EMPRESÁRIO, qual é a melhor opção?" - para discorrer um pouco sobre o tema, que não deixa de ser um grande dilema.

Como alguém que vivenciou os dois lados da moeda com bastante intensidade, percebo que o assunto vem atrapalhando o sono de muita gente. Em minha opinião, esta é a mais grave crise nos últimos 40 anos e está levando muita gente que ficou sem emprego a pensar em abrir um negócio, ou a trabalhar por conta própria. Assim como conheço gente que trabalha como empresária e sonha em voltar a ser empregada.

Difícil decisão! Olhar para uma pessoa e indicar qual é a sua verdadeira vocação não é fácil. "Faça isso ou faça aquilo, que será feliz!" Não existe uma fórmula mágica, definitiva, que assegure cem por cento de acerto. Na opinião de especialistas, o empreendedor de sucesso já nasce com essa vocação, facilmente reconhecida, como se fosse parte de seu DNA. Negócios novos surgem todos os dias pela cidade. Ao mesmo tempo em que presenciamos, com tristeza, muitas empresas fechando as portas por absoluta impossibilidade de se manterem de pé. Isso, em todos os segmentos, seja no comércio de bairros, seja nos shoppings, em empresas de serviços e até em indústrias. Uma estatística alarmante, que deve servir de valiosa referência, mostra que, de cem novas empresas abertas, mais da metade não consegue sequer completar o terceiro aniversário.

Grande parte desse insucesso se deve a má preparação e à falta de perfil desses empreendedores. Quem passou por isso sabe das dificuldades que surgem no caminho do empresário: opções erradas de negócios; problemas com sócios; dificuldades com capital de giro; concorrência desleal; empregados com perfis inadequados etc. são alguns dos inúmeros problemas que o empreendedor neófito pode enfrentar.

Enfim, não querendo desestimular quem está pensando em montar seu próprio negócio, é preciso muito cuidado. O que parece sonho pode se tornar um pesadelo, com perda de tempo, dinheiro e oportunidades, em suas carreiras e vidas, como bem afirmou a consultora Reny.

Essa decisão não pode ser tomada com pressa. Olhe para você e procure identificar o seu perfil. Qualquer que seja esse perfil, desejo-lhe BOA SORTE! E, para os "nikkeis" e descendentes, surge a alternativa de trabalho no Japão, que voltou a ser uma interessante opção de emprego.

Até a próxima!

Katsuo Higuchi


Katsuo Higuchi 
Profissional de RH; como executivo e empresário , atua
na área há mais de 40 anos. Foi diretor da empresa AVANCE DO BRASIL. 
e-mail: rk.higuchi@gmail.com

Portal Nippo-Brasil: contato@nippo.com.br

 

24 de Março de 2015 

Não é só um chopinho: 

Veja 6 motivos para ir ao próximo happy hour da firma 


 

A THGO Plus está presente no Portal UOL na matéria sobre happy hour da firma, em entrevista com a Consultora Empresarial e Coach Reny Okuhara.

Confira a matéria abaixo indicada pela assessora de imprensa Laíze Damasceno da empresa Angorá Comunicação.

 http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/economia/2015/03/24/nao-e-apenas-um-chopinho-veja-por-que-voce-deve-levar-o-happy-hour-a-serio.htm


24 de Março de 2015

  

Não é só um chopinho: Veja 6 motivos para ir ao próximo happy hour da firma


Ricardo Marchesan
Do UOL, em São Paulo


Profissional que participa de encontros informais pode se dar bem:

  •     É possível ser mais notado por chefe e lembrado para promoções
  •     Oportunidades podem surgir em almoços, aniversários e happy hours
  •     Ausência completa pode dificultar a caminhada profissional
  •     Eventos da empresa devem ser encarados como trabalho fora do trabalho

Final de tarde ou início de noite, o expediente está acabando. Todos vão terminando as tarefas do dia, juntando suas coisas, desligando computadores. De repente, surge aquela pergunta: "E aí, pessoal, vamos tomar alguma coisa?".Nesse momento, qual é a sua reação: se anima, porque sempre é bom dar uma relaxada, ou pensa na família em casa, no horário que vai levantar no dia seguinte e no cansaço?Os eventos sociais da empresa, como almoço, festinhas de aniversário e o próprio happy hour devem ser levados a sério, porque muitas oportunidades podem sair daí. Uma maneira de encará-los é como trabalho fora do trabalho, afirma Erica Isomura, especialista em RH do site de empregos Vagas.com.Nessas reuniões, é possível conhecer melhor os colegas, ser mais notado pelo chefe e, até mesmo, engatar um novo projeto na empresa.  Mas elas precisam ser vistas na medida certa. "O erro está em valorizar demais ou desvalorizar. Na carreira, o melhor é sempre o equilíbrio", afirma Isomura. A ausência completa em tais comemorações pode dificultar a caminhada profissional. "Quando aparece uma oportunidade, ela pode não ser lembrada para concorrer.  

Pode ser considerada uma pessoa que não é disponível para eventos e que só procura quando precisa", afirma Reny Okuhara, diretora da THGO Plus, consultoria especializada em gestão de pessoas. Se o profissional é tímido ou não é muito sociável, pode tentar se arriscar um pouco, mas sem exagerar. "Minha dica é tentar se desafiar, sem ferir seus valores. Não precisa ser a pessoa que vai estar lá para agitar a galera", diz Erica Isomura."Vá aos poucos tentando conquistar seu espaço, para que a experiência não seja traumática ou mesmo passe vexame. Pessoas tímidas podem tender ao excesso para se mostrar. Já vi irem para outro extremo, bebendo e falando demais", afirma a especialista em RH.Confira seis motivos para não negar o próximo convite.Quem aparece é lembrado

Para Reny Okuhara, diretora da THGO Plus, consultoria especializada em gestão de pessoas,  participar de tais eventos aumenta a chance de ser lembrado na hora da promoção. "Quem não aparece não é lembrado", afirma.

E ela diz isso por experiência própria. "Sempre participei e organizei eventos de happy hour profissional. Quando eu estava em transição de carreira, foi justamente por eu sempre estar presente nesses eventos que pude contatar com facilidade uma das pessoas que me indicou para uma vaga na empresa em que era sócio, e fui admitida".Segundo Okuhara, também é importante estar presente na vida dos colegas em boas horas, e não apenas quando precisamos.Oportunidades surgem.

O momento pode ser de descontração, mas nada impede que o trabalho apareça na conversa.

É de um papo informal que podem começar ideias, projetos e oportunidades em geral. "Nessas dinâmicas, muitas decisões começam a ser iniciadas", afirma Erica Isomura.Conhecimentos são adquiridos

Para Reny Okuhara, participar é uma oportunidade de aprender coisas novas. "Alguém sempre tem alguma boa informação para compartilhar, seja um novo curso, uma reportagem que leu ou algum acontecimento que presenciou", afirma.

Laços ficam mais estreitos

Uma coisa é ver seus colegas e falar com eles durante oito horas por dia dentro do escritório. Outra, bem diferente, é fora dele.

Os eventos sociais permitem que muitas barreiras caiam e a aproximação seja maior, inclusive com chefes."É possível conhecer outro lado das pessoas que muitas vezes não é visto no trabalho, além de mostrar o seu próprio lado que não é visto", diz Erica IsomuraTrabalho rende mais

Os efeitos benéficos dos eventos da firma não terminam quando todos pagam a conta do restaurante. Eles podem ser sentidos no dia seguinte, e não apenas no relacionamento com seus colegas, mas na própria prática do trabalho.Segundo Erica Isomura, durante essas conversas o profissional pode ficar sabendo de procedimentos da empresa que não conhecia, ou ser apresentado a um colega de outro setor, que pode facilitar o seu trabalho diário.Ou seja, saber quem é o Ademir da contabilidade pode facilitar aquele relatório ou até mesmo lhe salvar de uma enrascada em um futuro próximo.Resultados são comemorados

Sangue, suor e lágrimas podem fazer parte da rotina em certos momentos do trabalho, mas, quando os resultados são conquistados, devem ser comemorados. É importante ter a sensação de que todo o esforço valeu a pena, e isso inclui relaxar ao lado de colegas.

Para quem gosta dos eventos e festinhas, pode ser o fôlego necessário para iniciar novas conquistas no dia seguinte. 

Leia mais em: http://zip.net/bcqZFj



11 de junho de 2014

 

 Quando o amor surge na empresa


THGO Plus está presente no Portal Competência na matéria sobre relacionamentos amorosos no ambiente de trabalho, em entrevista com a Consultora Empresarial e Coach Reny Okuhara.

Confira a matéria abaixo indicada pela assessora de imprensa Laíze Damasceno da empresa Angorá Comunicação.

http://dtcom.com.br/site/index.php/quando-amor-surge-na-empresa/

11 de junho de 2014
Recursos Humanos

Quando o amor surge na empresa

Obtenha quatro orientações preciosas para administrar namoros no ambiente de trabalho


Sentimentos amorosos pegam as pessoas de surpresa, não é mesmo? Eles não têm hora nem local para começar. Porém, quando surge um namoro no ambiente de trabalho, é preciso administrar a situação com muito bom senso e cautela. Caso contrário, o desempenho profissional dos envolvidos, o clima organizacional e até a relação podem ser prejudicados.

Abaixo, duas especialistas contam suas experiências relacionadas ao tema e dão quatro dicas preciosas aos profissionais de RH. São elas: a consultora em Etiqueta Corporativa e Mestre em Comunicação Organizacional, Margareth Bianchini; e a coach e consultora em Talentos Humanos e Gestão Organizacional, Reny Okuhara. Confira:

 
1)    Investir em um Código de Ética

De acordo com Margareth Bianchini, é muito comum que os colaboradores, que convivem várias horas por dia, estejam sujeitos a envolvimentos sentimentais. Desta forma, os Códigos de Ética devem salientar o posicionamento da empresa sobre estas relações e o que se espera dos profissionais nestes casos.

Reny Okuhara lembra do Código de Ética de uma das empresas na qual trabalhou: “de forma clara, salientava que não seriam admitidos namoros entre profissionais atuantes em áreas afins ou de setores diferentes com interferências no trabalho. Já conscientes disto, os colaboradores eram muito discretos e quando um relacionamento de áreas correlatas ficava mais sério, uma das pessoas acabava pedindo a conta para preservar a relação e o emprego”.

 
2)    Não dispensar ações de integração

Caso a empresa seja de menor porte e ainda não tenha um Código de Ética formal que o colaborador possa assinar, o profissional de RH não pode descuidar de ações de integração.

De acordo com a coach Reny Okuhara, “assim que o profissional é admitido na empresa, é fundamental investir ao menos algumas horas com ele para, entre outras coisas, alertá-lo sobre o posicionamento da organização a respeito de possíveis relacionamentos”. 

 
3)    Orientar os gestores

Os gestores de área devem ser parceiros na administração de situações de namoro na empresa. Eles conhecem seus profissionais e conseguem identificar com mais facilidade quando um relacionamento amoroso se desenvolve.

Segundo a consultora Margareth Bianchini, cabe ao RH investir nesta parceria e orientar os gestores a conversarem com seus liderados caso sejam identificados casos como estes. “Os gestores podem, inclusive, relocar algum destes profissionais para outras funções para diminuir a proximidade, evitando situações de ciúmes e pressões – tão comuns nestes contextos”, aconselha.

 
4)    Promover uma conversa franca

Assim que um relacionamento se inicia, uma conversa franca com os envolvidos se torna indispensável, de acordo com Reny: “os gestores ou o RH podem, em separado, chamar estes profissionais e aconselhá-los sobre medidas que preservarão a relação e o trabalho”.

A especialista em Etiqueta Organizacional, Margareth Bianchini, dá algumas destas dicas: “não convém que estes profissionais almocem juntos na empresa com frequência, por exemplo. Eles não podem se isolar ou evitar networks produtivos com outros colegas. Também não é de bom censo que troquem mensagens ou telefonemas durante o expediente. Devem saber separar namoro de trabalho”.